Candidaturas devem ser oficializadas no TSE em agosto, quando começa a campanha. Primeiro turno está marcado para 4 de outubro
Com, pelo menos, seis pré-candidatos à Presidência da República, alguns velhos conhecidos da mídia (Lula – atual Presidente; Ronaldo Caiado – Ex-Governador de Goiás; Aldo Rebelo – alagoano que já ocupou vários cargos importantes na Republica; e Romeu Zema -Ex-Governador de Minas , além de Flávio Bolsonaro mais conhecido por ser filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, embora tenha luz própria por ser senador da República pelo Rio de Janeiro; Renan Santos ,do partido Missão, não tão conhecido como os demais), o Brasil caminha para a eleição do novo Chefe da Nação e tem encontro marcado com as urnas no dia 04 de outubro, em primeiro turno e, se houver necessidade, no dia 25, em segundo turno.
São seis meses de uma das maiores eleições do mundo, em termos de candidatos, partidos e cargos. Poucos países têm números semelhantes. É um pleito que mobiliza diversas vertentes, com milhares de candidatos disputando vagas. A partir de agora, o Brasil respira política. O Calendário Eleitoral define datas, prazos e regras para políticos e população. A disputa por espaço é intensa. Muitos mudaram de partido ao longo do tempo, deixando a ideologia em segundo plano na busca por protagonismo e vitória.
Alianças antes sólidas se desfizeram como mágica. Quem era parceiro virou inimigo; adversários tornaram-se aliados. Tudo em nome da sobrevivência política e da manutenção do status quo. O principal interessado, o povo, sequer é consultado sobre decisões partidárias. Entramos no ciclo das propagandas, promessas, arranjos, bravatas e, muitas vezes, do cinismo e da desfaçatez.
E o mínimo que a sociedade espera é a manutenção da base político-administrativa, mesmo com mudanças de titulares em disputa eleitoral. Iniciam-se mandatos “tampões”, com gestores interinos que nem sempre dominam plenamente suas funções. Enquanto muitos se concentram na eleição, o tempo segue seu curso. Fazer campanha é legítimo, mas áreas essenciais como segurança, saúde, educação e demais ações governamentais não podem ficar paralisadas à espera dos resultados eleitorais.
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