Provavelmente, nenhum país no mundo seja impactado pelo futebol como o Brasil. Nem mesmo a Inglaterra, berço desse esporte.
Por Vander Lúcio Barbosa
Nem mesmo países europeus e asiáticos, que investem fortunas para manter engrenagem com 22 atletas, três árbitros e milhões de pessoas que acompanham essa prática desde o início do século passado.
O coroamento disso se resume na Copa do Mundo, competição que dura um mês, mas é preparada durante quatro anos. O mundo se transforma em sua realização. Não que outros torneios, como Taça Libertadores e Eurocopa, não tenham relevância. Mas Copa do Mundo é Copa do Mundo.
O planeta vira de ponta-cabeça, reuniões adiadas, fábricas mudam horários, aulas suspensas, assim como parte do comércio altera rotinas. Tudo gira em torno do futebol desde 1930, com pausa na Segunda Guerra. Todo país quer disputar a Copa.
De algumas décadas para cá, ela ficou mais rica e glamorosa, mas perdeu parte do encanto. Hoje, o jogo acontece nos campos político e econômico. É uma fábrica de dinheiro. Jogadores recebem salários astronômicos.
Estádios são erguidos com investimentos bilionários. Daqui a semanas o mundo voltará atenções para a Copa de 2026, cresce a curiosidade sobre o formato, disputado em três países e por período maior. Com mais jogos e cidades, a cadeia econômica movimenta hotéis, transporte, alimentação, comércio.
O “matchday”, ou dia do jogo, virou um dos motores financeiros do torneio. Estimativas apontam impacto além do futebol. Estudo da FIFA projeta que a Copa de 2026 poderá gerar 41 bilhões de dólares em atividade econômica global e sustentar cerca de 824 mil empregos.
É muita coisa em jogo. Literalmente!
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O Brasileiro, é movido por futebol. É uma paixão nata. E rola com certeza muito dinheiro envolvido. Salário de um jogador ( famoso, estrela) deixa a gente as vezes perguntar de novo Qto???? Assunto preferido nas resenhas de quem ama este esporte.