Goiás amplia coleta e manipulação de células para transplante de medula óssea pelo SUS
O novo serviço, instalado no Hemocentro Coordenador Estadual de Goiás Prof. Nion Albernaz, em Goiânia, vai possibilitar expandir os transplantes de medula óssea no estado, tratamento considerado essencial para diversos tipos de câncer, como leucemia e linfomas, e de doenças que afetam o sistema sanguíneo.
O CPC terá capacidade mínima para a realização de até 60 procedimentos por mês. No local, será feita a coleta, manipulação e processamento de células essenciais para os transplantes.
O espaço conta com equipamentos de última geração, como freezers a -80°C, centrífugas refrigeradas, cabines de segurança biológica e sistemas rigorosos de controle, todos qualificados e validados conforme as normas brasileiras vigentes.
Agora, além de atender a demanda do Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi – HGG, o Centro terá capacidade para atender outras unidades de saúde, públicas e privadas.
O titular da SES, Rasível Santos, destaca que o CPC possibilita ampliar a oferta do transplante de medula óssea pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e, dessa forma, “proporciona esperança e mais chances de sobrevida às pessoas que fazem o tratamento de câncer”. Ele também enfatizou que, no Estado, esse tipo de procedimento também é realizado no Complexo Oncológico de Referência no Estado de Goiás (Cora) e no Hemocentro de Rio Verde.
Rasível ponderou ainda que o funcionamento do CPC também aumenta a segurança dos transplantes de medula óssea.
“A partir de agora, tudo será feito no Hemocentro Coordenador de Goiás, desde a coleta até a criopreservação (técnica de congelamento de material biológico). Isso garante resultados consistentes no transplante de medula óssea e maior índice de cura”, assinalou.
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