Enfim, o reencontro com as urnas. Dessa vez, com responsabilidade ampliada em razão do número de escolhas a serem feitas. Como se sabe, neste pleito, escolheremos as nossas representações para a Presidência da República, para o Governo do Estado, para o Congresso Nacional (Senado e Câmara Federal) e para a Assembleia Legislativa.
Vander Lúcio Barbosa
A eleição foi precedida de uma campanha democrática, onde candidatos e candidatas puderam se apresentar ao eleitorado, assim como as suas propostas para os cargos aos quais estão concorrendo.
A tarefa a nós incumbida nessas eleições é grande e desafiadora. Especialmente, para Goiás e para Anápolis, pois carecemos de uma base política forte, representativa e antenada com as demandas da população e uma representação ágil no sentido de buscar recursos que possam ser carreados para melhorar a vida das pessoas.
Além de tudo isso, a eleição precisa ser também um divisor de águas, independente de quem seja eleito, para que se possa buscar uma pacificação e as correntes ideológicas possam se manter, trabalhar e buscarem se fortalecer dentro de um ambiente político mais harmônico. Isso seria algo de extrema relevância.
Mas, é sempre bom lembrar também que a nossa responsabilidade enquanto eleitores não se finda com os resultados das urnas no primeiro ou no segundo turno, se houver. Ela vai além, porque precisamos cobrar daqueles que forem eleitos, o cumprimento daquilo que eles prometeram na campanha pelo voto.
E, quando um agente político é eleito, seja para qual cargo for, ele não deve satisfação apenas àqueles que votaram nele, mas a todos em geral, porque isso também faz parte do jogo democrático.
Com a ciência dessas responsabilidades que nos cabem, vamos às urnas de espírito aberto e tendo em mente de que podemos ajudar a construir uma Nação melhor para nós mesmos e para as gerações futuras. E vamos ao voto!
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