Complexo, ainda, em expansão, objetiva transformar Goiás em grande produtor e exportador de uma série de produtos originários do agronegócio regional
A operação da Ferrovia Norte-Sul em Goiás administrada pela Rumo Logística por meio da Malha Central, que conecta o Estado aos principais corredores de exportação do País, como o Porto de Santos (SP), registra avanços consideráveis. Hoje são vários terminais ativos, como o de São Simão, que funciona em parceria com a empresa Caramuru para o escoamento de grãos e farelo. Há ainda, o terminal de Rio Verde, um dos maiores polos de carga do Estado, que movimenta grãos, farelo, milho, fertilizantes e combustíveis. No Norte de Goiás o terminal de Porangatu, sistema rodoferroviário inaugurado este ano, em parceria com a Olfar (produtora de alimentos e energia) para atender o norte goiano e o sul do Tocantins.
Em Anápolis
A Ferrovia Norte Sul é conectada ao Porto Seco Centro-Oeste e movimenta commodities, mineração, siderurgia, contêineres e proteína animal. A operação do terminal ferroviário de Anápolis na Ferrovia Norte-Sul, integrado ao Porto Seco Centro-Oeste, passa por um momento de forte expansão e, consolida-se como um hub logístico industrial de contêineres e cargas gerais de alta importância. A grande novidade do momento é que o Porto Seco de Anápolis está ganhando um novo terminal de contêineres dedicado, exclusivamente, à Ferrovia Norte-Sul.
Este novo complexo funcionará como o segundo terminal de contêineres do empreendimento. A nova estrutura foi planejada para converter Anápolis em um dos maiores e mais eficientes corredores ferroviários de exportação do País, a fim de se facilitar a descida das mercadorias diretamente até o Porto de Santos (SP). Dentre as cargas a serem transbordadas, destacam-se o transporte em larga escala de soja, milho, farelo de soja, açúcar, fertilizantes, líquidos e bauxita, o que reduz os custos de frete em relação ao modal rodoviário.
A operação da Ferrovia Norte-Sul está em plena expansão econômica e operacional, o que consolida Goiás como um gigante logístico. A ferrovia superou os gargalos históricos de obras, após a conclusão do seu último trecho físico e registra recordes consecutivos de movimentação. A malha transporta, principalmente, commodities agrícolas como soja, milho e farelo em direção ao Porto de Santos (SP), mas a operação já atua fortemente na diversificação com o transporte de açúcar, fertilizantes, combustíveis, líquidos e bauxita. Nos primeiros sete meses de 2026, a Malha Central movimentou quase o dobro do volume registrado em todo o seu primeiro ano completo de operação. (Com agências).
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