O brasileiro é o internauta da América Latina que mais lê notícias na web, superando até mesmo a média mundial, mostra levantamento da consultoria comScore.
Pela pesquisa, 65,8% dos usuários brasileiros frequentaram sites de notícia, ou 2,5 pontos percentuais mais do que os argentinos, que ficaram em segundo lugar na região.
O resultado dos brasileiros não só é melhor do que a média global (64,6%), mas também supera o das demais regiões, ficando atrás apenas da América do Norte, onde 96,3% leem notícias na internet.
Na média, 61,4% dos latino-americanos leram notícias on-line. Para a consultoria, os internautas da região “estão se voltando cada vez mais para a web em busca de informação”.
Para muitos usuários, a navegação na web começa pelo Facebook. O site integra os recursos de atualização de dados, serve como bloco de notas e viabiliza a comunicação entre grupos interessados no mesmo tema. E tudo isso de graça; quer dizer, quase de graça.
Na verdade, de graça mesmo, nada funciona na web, e o Facebook não difere de outros serviços nesse aspecto. Em troca das interfaces de comunicação e da partilha de dados entre “amigos”, adorados pelos usuários, o site coleta informações que, assim esperam muitas empresas, algum dia sejam disponibilizadas.
As informações georreferenciadas e sociais denotam com precisão a cultura de consumo dos usuários registrados. Mas, para serem usadas nos departamentos de marketing, esses dados precisam ser “públicos” e o Facebook é alvo de constantes críticas em função de como lida com essas informações.
Muitas das configurações de privacidade, incrementadas depois do alto volume de protestos por parte de usuários, atrasam os planos do Facebook em lucrar com os dados – qualquer precipitação nesse sentido pode ser um desastre para o site.