Goiás mantém exigências fitossanitárias mesmo após mudança nacional sobre praga da banana
A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) orienta produtores após o Ministério da Agricultura retirar a Sigatoka-negra da lista de pragas quarentenárias, por sua ampla disseminação no país. Mesmo assim, Goiás mantém áreas livres e sistemas de mitigação para garantir acesso a mercados consumidores.
Segundo o gerente Leonardo Macedo, seguem obrigatórias a Certificação Fitossanitária de Origem (CFO) e a Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV), devido à presença do moko da bananeira. A exigência atende normas federais e estaduais vigentes.
Prevenção ativa
O coordenador Juracy Braga Filho reforça a necessidade de medidas preventivas, como cadastro das propriedades, uso de mudas certificadas e transporte em caixas higienizadas, sempre com documentação exigida.
A Sigatoka-negra, causada por fungo, compromete a produtividade ao afetar folhas e pode gerar perdas totais sem controle. Sua disseminação é favorecida por umidade, calor e vento, exigindo atenção constante dos produtores.
Normas estaduais e federais seguem regulando o trânsito e a comercialização no território goiano, assegurando controle sanitário e competitividade no mercado.
Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região. Clique aqui.
