As importações por Anápolis cravaram cerca de US$ 2 bilhões no período de janeiro a setembro desse ano, com alta de 28,1% em relação ao mesmo período, quando o volume foi na casa de US$ 1,6 bilhão.
A se manter nesse ritmo, é bem provável que o volume das importações de Anápolis seja o maior da série histórica, desde 2010. No acumulado de janeiro a setembro, o recorde está estabelecido.
Os dados são da plataforma de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), levantados pelo Jornal CONTEXTO.
No período de análise, ou seja, de janeiro a setembro, Anápolis se mantém como líder nas importações em Goiás, ocupando o 26º lugar no ranking nacional. A participação das importações de Anápolis nas importações do Estado de Goiás é de 44,7%. Nas importações nacionais, de 0,9%.
As exportações feitas por Anápolis passaram de US$ 67,8 milhões de janeiro a setembro de 2025, para US$ 188,3 milhões no mesmo período desse ano, com variação de 177,9%.
Apesar dessa alta, o volume de exportações do município esse ano não chega perto do recorde na série histórica, que é de US$ 452,4 milhões, no ano de 2022, também no período de janeiro a setembro.
Atualmente, é o 14º maior exportador de Goiás e, nacionalmente, ocupa o 261º lugar. A participação nas exportações do Estado é de 2% e, no Brasil, de 0,07%.
Parceiros
Nas exportações, os principais destinos das exportações por Anápolis são: Espanha (11,7% de participação); Portugal (11,3%); China (10,9%); Indonésia (7,4%) e Suécia (6,6%).
Nas importações, a China é o principal fornecedor internacional, com 46,6% de participação em todas as importações feitas por Anápolis. Na sequência vem: Alemanha (18,1%); Suíça (11,4%); Índia (5,5%) e Japão (5,3%).
Produtos
Na pauta dos produtos exportados por Anápolis, destaque para: – Soja e outros resíduos sólidos da extração de óleo de soja (59,9%); – Soja, mesmo triturada (10,7%); Óleo de soja e suas respectivas frações (9,4%); – Álcooi acíclicos e seus derivados (6,0%); – Turborreatores, turbo propulsores e outras turbinas a gás (4,9%).
Nas importações: – Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos e profiláticos ou de diagnósticos; outras frações de sangue; vacinas; toxinas (29,4%); – Medicamentos (14,9%); – Partes e acessórios de veículos (18,9%); – Motores de pistão, alternativo ou rotativo, de ignição por faísca (3,8%); – Automóveis de passageiros (3,1%).
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