A partir de domingo, 16 de agosto, a campanha eleitoral poderá ganhar as ruas, conforme as regras que são determinadas pela Justiça Eleitoral. E, nesse ano, como já se sabe, são eleições gerais para a Presidência da República, governos estaduais, Congresso (Senado e Câmara Federal), assembleias legislativas.
É uma responsabilidade enorme que recai sobre os eleitores e eleitoras do país, com a escolha de agentes políticos que vão tomar decisões que podem impactar as nossas vidas. Decisões que podem fazer o Brasil fortalecer as suas bases de desenvolvimento ou se estagnar ou até retroceder.
Por isso, é importante que a partir dessa largada da campanha, nós eleitores e eleitoras estejamos mais atentos ao processo. Primeiro, para conhecer os nomes que estão pleiteando os cargos em disputa. É fundamental avaliar o perfil desses agentes políticos, para ajudar na nossa tomada de decisão.
Mas, não basta apenas conhecer o perfil dos candidatos. É preciso conhecer aquilo que ele está propondo dentro do seu projeto político para contemplar a sociedade. E se essas propostas são factíveis, porque não dá para acreditar naqueles políticos que vendem até “terreno no céu”.
É preciso ter pé no chão, sentimento cívico e um olhar coletivo sobre o que queremos para o futuro das nossas cidades, do nosso estado e do nosso país. Esse é o mento para colocar tudo isso na balança.
Teremos, portanto, até o dia 4 de outubro (dia da votação em primeiro turno) para fazer essa análise e depositar nas urnas o voto consciente. O resultado virá depois e, de forma democrática, teremos aqueles que serão ungidos aos cargos com os nossos votos.
E, sempre é bom lembrar que a eleição não termina com o voto. A responsabilidade vai além com o acompanhamento do mandato dos eleitos, para que eles possam cumprir com o que foi prometido nas campanhas.
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