A Câmara Municipal de Anápolis retomou na manhã desta segunda-feira (1º) o calendário de sessões ordinárias. E um dos assuntos em pauta foi a questão envolvendo o programa “Meu Lote, Minha História”.
Em pronunciamento na Casa, o vereador Wederson Lopes (UB), que tem acompanhado a questão, juntamente com o colega João da Luz (Cidadania) e o líder do Executivo, José Fernandes (MDB), disse que o prefeito Márcio Corrêa está atento a essa questão.
A fala do vereador dá-se no contexto de mobilizações que ocorrem, sobretudo, nas redes sociais, de cobranças para uma solução do problema, que vem da gestão anterior.
Segundo Wederson Lopes, o prefeito Márcio Corrêa tem tentado destravar esse problema, mas tem esbarrado em questões jurídicas.
E, segundo ele, todas as iniciativas estão ocorrendo para que haja segurança jurídica para as duas partes, ou seja, o Poder Público e os beneficiários que foram contemplados na época com os lotes do programa.
De acordo com o parlamentar, as portas sempre estiveram abertas para a discussão dessa questão, que vem sendo trabalhada de forma conjunta entre a Prefeitura e a Câmara Municipal.
Debate político
Além do “Meu Lote, Minha História”, a primeira sessão de junho teve também debates políticos, principalmente, envolvendo os vereadores Policial Federal Suender (PL) e Professor Marcos (PT).
A discussão se iniciou com o vereador do PL criticando fala do presidente Lula (PT), sobre as facções criminosas, dando a entender uma posição de apoio do chefe da Nação a estes grupos criminosos.
A fala de Suender foi rebatida pelo vereador do PT, que devolveu o ataque do colega com questionamento sobre o porquê de o governo Bolsonaro não ter tido, na época, classificado as facções como grupos terroristas.
Suender devolveu sinalizando que o colega estaria apoiando as facções. O petista reagiu dizendo que irá representar a fala do colega na Comissão de Ética na Câmara, para que ele comprove suas colocações.
