Não tem como falar de Anápolis, sem falar do Distrito Agro Industrial de Anápolis (DAIA). Parece até uma redundância, mas ela é extremamente válida, porque de fato o município e o seu parque industrial têm histórias próprias, mas elas estão interligadas como um cordão umbilical que liga a mãe ao filho.
Por Vander Lúcio Barbosa
O DAIA começou a ser “gestado” no começo da década de 1970, mas sua inauguração deu-se em 9 de novembro de 1976, com tudo que lhe era de direito, ou seja, a vinda do então presidente da República, general Ernesto Geisel; do então governador Irapuan Costa Júnior e várias outras autoridades locais, do Estado e do Governo Federal.
O prefeito na época era Jamel Cecílio e, à frente da ACIA, estava o empresário Sultan Falluh. E, dentro do processo que resultou na instalação do DAIA, merece também registro as atuações de outros presidentes, como Mounir Naoum e Ruy Abdalla.
Claro que há mais nomes envolvidos nessa história e, alguns, até anônimos. Mas foi uma bandeira que Anápolis levantou e carregou, inicialmente, com dificuldade extrema, pela falta de interesse de investidores para virem para a região do cerrado.
Isso mudou com as políticas de incentivos fiscais. O DAIA foi então se expandindo até chegar aos dias atuais como um dos principais polos fabris do interior brasileiro, com plantas produtivas nos mais diversos segmentos, inclusive, de produção de automóveis. Ele abriga Polo Farmacêutico de Goiás e a Estação Aduaneira Interior (Eadi- Porto Seco Centro Oeste).
É uma histórica rica, feita por gente e mantida nestes 50 anos pelos empresários e pelos trabalhadores que fazem essa engrenagem do desenvolvimento girar sem parar os 365 dias do ano.
O DAIA não é orgulho apenas de Anápolis, mas de Goiás e do Brasil. Sua pujança econômica é força na economia e no social, fortalecendo as famílias.
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