Enquanto a população brasileira, cada vez mais aflita se debate para compreender (e entender) o efeito coronavírus e a covid-19, a insensatez toma conta de quem deveria ser o balizamento social para todos. Os políticos e, parte da imprensa, é bom que se diga. Do ponto de vista político, é notório e qualquer um pode perceber que todos (exatamente todos) os governantes majoritários (governadores e o Presidente da República) estão em uma deslavada campanha eleitoral, já prevendo as disputas do ano que vem. Todos eles querem se reeleger. Claro que alguns não podem por estarem em segundo mandato. Mas, querem fazer seus sucessores.
Seria cômico, se não fosse trágico, ver a disputa entre essas “lideranças” se digladiando em frente às câmeras de TV e flashes dos fotógrafos, se exibindo como salvadores da Pátria, como verdadeiros heróis, ao venderem uma falsa imagem de que estariam resolvendo o problema da moléstia internacional que dizima pessoas em todo o mundo e que não tem qualquer possibilidade de cura no momento. Existem, prenúncios de estancamento com a aplicação de vacinas, mas com prazo indefinido. Não se sabe como nem quando, as populações do mundo estarão imunizadas.
E, como se não bastasse, certos “representantes da imprensa” (alguns têm, até, diploma) desandaram a falar sobre covid-19, como se fossem grandes entendidos (cientistas renomados) do assunto. Vários deles vão mais além e fazem a mesclagem politico/científica, expondo, descaradamente, suas preferências partidárias. De graça é que não fazem isso. Há algum interesse por trás. Desta forma, o cidadão que trabalha; que paga impostos; que vota; que carrega este País nas costas, que alimente a milhares e milhares de parasitas amontados em repartições do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, fica sem direito a (quase) nada. Até quando isto vai, ninguém sabe.