A Copa do Mundo vai acabar e o jogo político vai esquentar com a abertura do período das convenções partidárias. Uma pesquisa retrata intenção de eleitores goianos para eventual segundo tuno com Lula, Caiado, Zema e Flávio Bolsonaro.
Copa X Eleições

No Brasil, há sempre uma discussão quando o ano eleitoral coincide com ano de Copa do Mundo. Tem gente que acha que futebol e política pode ser uma mistura “explosiva”, porque o jogo de bola pode ofuscar o jogo político.
Para muita gente, é normal. Opiniões a parte, embora o ano se coincidente, a Copa do Mundo de 2026 (Estados Unidos/México/Canadá) terá início no dia 11 de junho e terminará em 19 de julho, um dia para o início do período das convenções partidárias das eleições desse ano, período esse que se estica até 5 de agosto.
Só após as convenções e o registro de candidaturas é que as campanhas ganharão as ruas. Portanto, a Copa do Mundo já será um evento distante do horizonte do jogo político.
Retrato de momento

As pesquisas eleitorais são retratos de momento das eleições.
Pode ser, portanto, que mude. Recente, a pesquisa Genial/Quaest trouxe um recorte com possíveis cenários de segundo turno, em 10 estados, com o presidente Lula, pré-candidato à reeleição pelo PT, numa eventual disputa com os pré-candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).
Em Goiás, são três cenários: no primeiro, Flávio Bolsonaro teria 47% e Lula 34%. No segundo cenário, Romeu Zema teria 35% e Lula 33%. E, no terceiro cenário, Ronaldo Caiado teria 51% e Lula 26%. Segundo o Instituto, o nível de confiança é de 95% e a margem de erro de 3.p.p. Nos 10 estados, foram ouvidas 11.646. Registro no TSE: GO (BR-01368/2026).
Semana calma!

As três primeiras sessões ordinárias do mês de maio, na Câmara Municipal, foram relativamente tranquilas, ao contrário dos debates mais acirrados ocorridos no mês anterior, que foi marcado, ainda, por cobranças de vereadores em relação à não inclusão de projetos nas votações da casa.
O clima de eleições parece, ainda, que não se instalou no parlamento anapolino. Embora não seja uma eleição municipal, os debates mais acirrados sempre costumam a acontecer, por contra das diferenças partidárias e ideológicas.
Além do que, ao que tudo indica, não será muito grande o número de vereadores que estarão diretamente envolvidos no pleito, disputando cargos seja na Assembleia Legislativa ou na Câmara Federal.
Olho no Senado

Nas eleições gerais desse ano, a impressão que se tem é que a disputa para as duas cadeiras de representação no Senado está mais cobiçada que a disputa para os governos estaduais.
Isso talvez seja explicado pela força que tem um senador ou senadora. Além das funções básicas de legislar e fiscalizar as contas, no caso, do Governo Federal, os senadores analisam e aprovam nomes para cargos importantes no Estado brasileiro, como, por exemplo, o de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF); de presidente do Banco Central; de presidente do Tribunal de Contas da União e presidentes de agências reguladoras.
Enfim, são vários. Senadores também podem processar e julgar o presidente, o vice-presidente, ministros de Estado, membros do STF, entre outras autoridades, por crimes de responsabilidade. Trocando em miúdos, muito poder.

- O prefeito Márcio Corrêa não tem dado muito ouvido às críticas sobre a sua maneira de se aproximar (ou melhor, se aprofundar) nos problemas de pessoas e famílias da cidade.
- E, de fato, é uma maneira de aprofundar nas demandas que as pessoas que estão na faixa de pobreza ou em situações de vulnerabilidade. Entendendo essa dinâmica, pode-se abrir o horizonte para as políticas públicas em favor dessas populações.
- Obviamente que não é só isso, administrar uma cidade como Anápolis não é tarefa fácil e exige esforços múltiplos para manter o equilíbrio fiscal e, ao mesmo tempo, garantir investimentos em obras e serviços.
- Com aprovação popular, Corrêa mostra que está atuando nas duas pontas. E, a partir dos próximos meses, a expectativa é que o município receba obras importantes em várias áreas.
- E, não menos importante e é um trabalho que vem sendo feito desde o início da gestão, é a parte de zeladoria.
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