Diz que uma vocação merece uma boa formação. Essa máxima ter percorrido décadas de história em Anápolis, através, hoje, da Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA).
A instituição tem formado gerações e gerações de profissionais para diversas áreas de conhecimento acadêmico, além de fomentar a pesquisa e a extensão universitária. E, aliando tradição à inovação, a UniVENGÉLICA hoje é referência em Goiás, no Brasil e em outros países onde mantém ligações através do processo de internacionalização.
A partir de 2008, capitaneada pela mantenedora, a UniEVANGÉLICA materializou um sonho antigo: a implantação do curso de Medicina.
Esse sonho foi, certamente, transformador na vida de muitos jovens que se tornaram profissionais e estão no exercício de uma nobre profissão que cuida de vidas. Uma formação que exige não só muito conhecimento, mas também ética e respeito.
Menos de 20 anos desde a sua implantação, o curso de Medicina da UniEVANGÉLICA se tornou um dos mais bem avaliados pelo Ministério da Educação.
Em entrevista exclusiva para a Rádio Imprensa/Jornal Contexto, o reitor da Universidade Evangélica de Goiás, Carlos Hassel Mendes, falou sobre essa evolução e sobre mais um vestibular que está a caminho para abrir porta a outros jovens. Confira os destaques dessa entrevista:
– Reitor, a UniEVANGÉLICA está vindo aí mais um vestibular, mês de outubro, é isso?
CARLOS HASSEL- Realmente, dia 18 de outubro é o nosso vestibular de Medicina. As inscrições já estão abertas, já foi publicado o edital, estamos divulgando. O melhor curso de Medicina de Goiás, nota 4 no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed)- única instituição não pública com nota 4 no Centro-Oeste brasileiro- e estamos trabalhando na mesma pegada de manter sempre a qualidade e eficiência do nosso curso de Medicina.
E, mais ao final do ano nós vamos abrir também os processos seletivos da residência médica. Nós estamos com 12 programas, podemos chegar até a 15 programas até o início do ano que vem.
Oportunidades também na formação médica continuada. Então, a UniEVANGÉLICA está sempre vanguarda na educação, especialmente tendo como carro-chefe o curso de Medicina.
– Como tem sido construída essa musculatura para o curso de Medicina, que em tão pouco tempo já está entre os melhores do Brasil?
CARLOS HASSEL – Esse é um resultado de um empenho não só da universidade, mas também da nossa mantenedora, a Associação Educativa Evangélica. Haja vista que nosso conselho de sete membros, nós temos três médicos. Então temos que ter um curso de medicina, o reitor médico.
Então tudo isso desencadeia uma série de mecanismos e ações para um curso com metodologias modernas, com bons laboratórios e professores qualificados. Esse é o resultado. Um corpo discente bem empenhado também, porque ele faz parte dessa avaliação. E o resultado tem sido isso aí: um destaque nacional do nosso curso de Medicina.
– O curso de medicina, pode-se dizer, não desmerecendo a importância dos demais, é uma menina dos olhos da Universidade?
CARLOS HASSEL. Podemos dizer assim e compete com o Direito, que continua sendo uma marca muito forte da instituição. É o curso que tem mais alunos. Há quase 1.500 alunos, só aqui no Campus, se nós somarmos todos os cursos, nós temos mais de 2.500 alunos no curso de Direito.
Então o Direito também é um baita de um curso, um curso muito bem qualificado, muito bem avaliado.
– Além-fronteiras, interagindo com universidades de outras regiões da Europa, da Ásia, da América do Norte. Como é que tem sido esse intercâmbio? E qual a importância disso?
CARLOS HASSEL – Nós temos uma pegada muito grande na internacionalização do ensino superior. O nosso núcleo de assuntos internacionais tem um belo trabalho.
Hoje mesmo nós estamos com cerca de 44 alunos estudando fora da Medicina fazendo internato dos Estados Unidos fazendo parte do internato em Angola no hospital missionário lá no interior de Angola e no banco na Bélgica na Itália e na França. Então, são oportunidades que a Universidade abre para que os nossos acadêmicos possam ter uma experiência internacional faz toda a diferença também na formação.
E nós queremos avançar mais ainda. dentro desse processo.
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