Cerca de 20,36%, em média, é o que representa os subsídios na tarifa de energia elétrica no Brasil, segundo informa o Impostômetro da ANEEL
Neste mês de agosto, o Impostômetro da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), registra que os subsídios na tarifa de energia ultrapassaram a cifra de R$ 32,869 bilhões.
Na média, isso representa um impacto de 20,36% na tarifa dos consumidores residenciais do país, conforme demonstra a própria plataforma, que é atualizada mês a mês.
O subsídio para a Geração Distribuída (GD) é o que registra maior valor no acumulado de janeiro a agosto: R$ 12,498 bilhões, seguido pelos subsídios para Fontes Incentivadas e Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), que são de R$ 10,358 bilhões e R$ 4,871 bilhões, respectivamente. (Veja os demais valores no painel).
Em todo o ano passado, ou seja, em 2025, de janeiro a dezembro, os subsídios na tarifa de energia registraram o valor de R$ 57,081 bilhões. O impacto médio na tarifa residencial fechou naquele ano em 18%.
Vale ressaltar que a ANEEL não é responsável pela criação dos subsídios na tarifa de energia elétrica. Esses subsídios têm origem em leis aprovadas no Congresso Nacional.
O painel da ANEEL traz ainda que em Goiás (área de concessão da Equatorial Goiás), a tarifa residencial é de R$ 891,81 por MWh e a parcela referente ao custo dos subsídios é de R$ 198,79. O que representa, portanto, 22,29% da fatura de energia.
Ressalte-se, também, que a distribuidora goiana não é, como a ANEEL não é, responsável pala criação de subsídios na tarifa de energia. (Com informações do Conceg)
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