Calor no inverno, chuva quando não era para estar chovendo. As variações do clima, decorrentes ou não de fenômenos como o El Niño, por exemplo, estão no foco do planejamento de Anápolis para o futuro.
O Estudo de Macroestruturação Estratégica, que está sendo elaborado em linha com a revisão do Plano Diretor, traz no seu conjunto o Plano de Ação Climática. Uma novidade importante e sintonizada com a preocupação em escala mundial com as mudanças no clima que são, cada vez, mais evidentes.
O Plano de Ação Climática é um instrumento de planejamento voltado à identificação de riscos, vulnerabilidades e estratégias de enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas no município.
Em Anápolis, o Plano deverá orientar ações de mitigação, adaptação e resiliência urbana, considerando temas como drenagem, áreas de risco, eventos climáticos extremos, conservação ambiental, infraestrutura verde, proteção de recursos hídricos, arborização urbana e qualificação dos espaços públicos.
O objetivo é desse plano construir diretrizes e ações capazes de reduzir vulnerabilidades socioambientais, fortalecer a capacidade de resposta do município e promover um modelo de desenvolvimento urbano mais preparado para os desafios climáticos.
Esse plano está dentro do estudo que está sendo desenvolvido pela Urbtec, empresa contratada pela Prefeitura de Anápolis para aturar na elaboração do arcabouço do Plano Diretor, que envolve outras leis acessórias.
A expectativa é que esse novo conjunto de leis e de plano, entre eles, o de Ação Climática, seja votado e aprovado na Câmara Municipal ainda no primeiro semestre de 2027, para logo entrar em vigor.
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