As mudanças climáticas estão cada vez mais evidentes no cotidiano. Este ano, o Super El Niño, anomalia causada pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico, trouxe cenários adversos ao clima do planeta.
Por Vander Lúcio Barbosa
Parece distante, mas não é. O clima mundial está mudando e precisamos estar preparados.
É nesse contexto que surge o conceito de resiliência climática. Uma busca rápida mostra a definição: capacidade de ecossistemas, comunidades, empresas e cidades de prever, preparar-se, absorver, recuperar-se e transformar-se diante dos impactos das mudanças climáticas.
Daí a pergunta inevitável: estamos preparados?
É uma questão complexa, que passa por mudar a cultura de produção, de consumo e as engrenagens da economia global.
Trazendo para a nossa realidade, em Anápolis resiliência climática significa melhorar a infraestrutura, sobretudo a drenagem urbana. Isso exige investimento alto e busca de recursos em outros entes.
Mas há a parte que cabe a nós, cidadãos. Duas atitudes são fundamentais: o consumo consciente de energia elétrica e de água potável.
Não sabemos o que vem pela frente, mas se começarmos agora a economizar esses recursos, estaremos melhor preparados.
Na mesma direção, cuidar do meio ambiente é tarefa crucial e passa pelas cidades e por cada um de nós.
